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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Atividade de Química 28/09 a 17/10 - Professora Fabiana - 2ºTA

 Apostila páginas 40 até página 70

Leitura e resolução exercícios propostos.

Exercícios complementares formulário.

RECURSOS E/OU FERRAMENTAS: 


Material de apoio e vídeo :


Modelo atômico de Bohr 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=a2DtLC2vwfk 

Distribuição eletrônica 🡪

 https://www.youtube.com/watch?v=LYhckRAtCPU 

Camada de valência 🡪  https://www.youtube.com/watch?v=OzR8a2RJg9c 

Ligação metálica 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=5Qjt7yD-xyo 

Ligação iônica 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=G1PY70G77a0 

Ligação covalente 🡪  https://www.youtube.com/watch?v=uMrI_mHi2NI 


Polaridade das moléculas 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=2gsLHTO_QCw

Atividade de Física 28/09 a 17/10 - Professora Fabiana - 3ºTA

 Associação de Resistores

Associação de Resistores é um circuito que apresenta dois ou mais resistores. Há três tipos de associação: em paralelo, em série e mista.

Ao analisar um circuito, podemos encontrar o valor do resistor equivalente, ou seja, o valor da resistência que sozinha poderia substituir todas as outras sem alterar os valores das demais grandezas associadas ao circuito.

Para calcular a tensão que os terminais de cada resistor está submetido aplicamos a Primeira Lei de Ohm:

U = R . i

Onde,

U: diferença de potencial elétrico (ddp), medida em Volts (V)
R: resistência, medida em Ohm (Ω)
i: intensidade da corrente elétrica, medida em Ampére (A).

Associação de Resistores em Série

Na associação de resistores em série, os resistores são ligados em sequência. Isso faz com que a corrente elétrica seja mantida ao longo do circuito, enquanto a tensão elétrica varia.

Esquema de associação de resistores em série

Assim, a resistência equivalente (Req) de um circuito corresponde à soma das resistências de cada resistor presente no circuito:

Req = R1 + R2 + R3 +...+ Rn

Associação de Resistores em Paralelo

Na associação de resistores em paralelo, todos os resistores estão submetidos a uma mesma diferença de potencial. Sendo a corrente elétrica dividida pelo ramos do circuito.

Assim, o inverso da resistência equivalente de um circuito é igual a soma dos inversos das resistências de cada resistor presente no circuito:

Quando, em um circuito em paralelo, o valor das resistências forem iguais, podemos encontrar o valor da resistência equivalente dividindo o valor de uma resistência pelo número de resistências do circuito, ou seja:

Esquema de associação de resistores em paralelo

Associação de Resistores Mista

Na associação de resistores mista, os resistores são ligados em série e em paralelo. Para calculá-la, primeiro encontramos o valor correspondente à associação em paralelo e de seguida somamos aos resistores em série.

Esquema de associação de resistores mistos


 Rosimar Gouveia

Professora de Matemática e Física

ATIVIDADE : 

Leitura e resolução exercícios propostos (Páginas da apostila 48 até 54)

Exercícios complementares formulário on-line.

RECURSOS E/OU FERRAMENTAS:


Material de apoio:  

Associação de resistores 🡪 https://www.youtube.com/watch?time_continue=12&v=P5hWmYNH7oo&feature=emb_logo 


https://www.youtube.com/watch?v=d7laMAaAZik

Atividade de Física 28/09 a 17/10 - Professora Fabiana - 1ºTA

ATIVIDADE : 

Leitura e resolução exercícios propostos (Páginas da apostila 48 até 61)

Exercícios complementares formulário on-line.

RECURSOS E/OU FERRAMENTAS

Movimento retilíneo uniforme 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=OkYRB0wvyus 

https://www.youtube.com/watch?v=OBkdQSY-gFA&t=12s 


Gráficos MRU 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=M1GiURhbQ4Q&list=PLNfWNKz4iEr8VBHz7HsWO0zMszS7mp0V-&index=4 

Exercícios resolvidos 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=QHo2Ua1UOQ0&list=PLNfWNKz4iEr8VBHz7HsWO0zMszS7mp0V-&index=5 

https://www.youtube.com/watch?v=KL_1O7FXCvk&list=PLNfWNKz4iEr8VBHz7HsWO0zMszS7mp0V-&index=6 

Velocidade relativa 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=rkDl-p38-4Y&list=PLNfWNKz4iEr8VBHz7HsWO0zMszS7mp0V-&index=7 

Exercícios velocidade relativa 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=bsFaduACP5c&list=PLNfWNKz4iEr8VBHz7HsWO0zMszS7mp0V-&index=8 

Movimento retilíneo uniformemente variado 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=jRzHosfOsQ8 

https://www.youtube.com/watch?v=Vzt2BBjqcqQ 

https://www.youtube.com/watch?v=-MjoaenhAFc 

https://www.youtube.com/watch?v=79hQ7yKCrYA

Gráficos 🡪 https://www.youtube.com/watch?v=jcUigpvz68M  

Atividade de História 21/09 a 10/10 - Professor Marcondes - 3º TA

 ORIENTACÕES: • Atividade Individual

                            • Pesquise as palavras desconhecidas no dicionário ou internet

TEXTO: AS ORIGENS DO IMPERIALISMO

Entre 1870 e 1914, os países industrializados da Europa bem como os Estados Unidos conquistaram política, econômica e culturalmente a África, a Ásia e a América Latina. 

As regiões dominadas ofereciam matérias-primas baratas, assim como consumiam os manufaturados produzidos pelos países imperialistas. Portanto, a posse de colônias atendia aos interesses das burguesias.

A justificativa utilizada para legitimar a política imperialista era civilizar os países menos desenvolvidos com o modelo ocidental que estava em pratica e os fazendo prosperar.

Um aspecto importante era a crença na superioridade cultural dos europeus e na ideia de que a “missão do homem branco” era civilizar o mundo. Já os adeptos do darwinismo social declaravam que o “branco” não só era superior como também tinha o direito indiscutível de se apoderar de tudo que o negro (africanos), o vermelho (indígenas) e o amarelo (orientais) não sabiam usar convenientemente. Segundo eles, a natureza foi injusta porque distribuiu de forma desigual os recursos, deixando em mãos de “povos inferiores” as riquezas que os “povos mais capacitados” não podiam aproveitar; por isso, a desigualdade criada pela natureza deveria ser eliminada em nome da humanidade.

Pela Conferencia de Berlim (1884 – 1885), as potencias europeias estabeleceram as regras da partilha da África, dividindo o continente em países com fronteiras artificiais, onde etnias historicamente rivais eram obrigadas a coexistir na mesma unidade estatal e territorial. Essa divisão foi a causa fundamental de uma série de conflitos internos que aconteceram na época e, principalmente, após a independência desses países.

DICIONÁRIO HISTÓRICO:

No texto, a palavra civilizar está de acordo com a forma que se pensava na época e que significa conduzir os povos da colônia de modo que adquirissem elementos culturais, sociais e tecnológicos necessários para acompanhar as transformações pelas quais o mundo passava. Essa era uma forma de as potencias europeias e os Estados Unidos da América justificarem a dominação desses povos.

O darwinismo social consiste em usar a teoria darwinista – que é evolução biológica das espécies, por meio de um processo de seleção natural – no âmbito social, ou seja, dividindo a humanidade em raças superiores e inferiores. Desse modo, essa teoria ajudou a fortalecer o racismo.



ATIVIDADE


LEIA O DOCUMENTO ABAIXO E RESPONDA AS QUESTOES 1 e 2.

DOCUMENTO 

“(...) O branco, particularmente o inglês, é o único que sabe governar, o que lhe outorga direitos indiscutíveis para dominar as raças de cor, evidentemente inferiores. Provavelmente, todo mundo estará de acordo em que um inglês tem direito a considerar que sua forma de entender o mundo e a vida é melhor que a de um hotentote ou um maiori, e ninguém se oporá (...)”

Conde Grey. In: Héctor Bruit. O imperialismo. São Paulo: Atual, 2002.p.9.


QUESTÃO 1 – Qual é a ideia principal, o que o autor quis transmitir nesse documento?

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QUESTÃO 2 – Essa ideia é verdadeira, corresponde à realidade? Justifique.

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QUESTÃO 3 – Observe a charge a seguir e responda às questões.

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Caricatura francesa de Bismarque partindo a África como se fosse um bolo. Gravura em madeira, publicada no periódico L´Illustration em 1885.

a) Pensando nas informações dos textos acima, a que reunião a charge (imagem) se refere?

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b) Qual é a crítica apresentada na imagem?

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Atividade de História 21/09 a 10/10 - Professor Marcondes - 2º TA

 ORIENTACÕES: • Atividade Individual

                            • Pesquise as palavras desconhecidas no dicionário ou internet

INTRODUÇÃO

ABSOLUTISMO

Aos poucos, os monarcas europeus impuseram sua autoridade sobre a nobreza feudal, unificaram o território e centralizaram o poder, dando origem ao Estado moderno.

O rei recebeu apoio da burguesia, que precisava de um regime mais forte para garantir a segurança de seus negócios. Atemorizados diante das sucessivas revoltas camponesas, amplos setores da nobreza também apoiaram a centralização de poder nas mãos do rei. Essa monarquia, cada vez mais fortalecida, foi nomeada, pelos historiadores do século XIX, monarquia absoluta, e o regime de governo estabelecido por esses reis, absolutismo.

O Estado absolutista fundamentava-se na supremacia social da aristocracia e nos objetivos dos grandes proprietários.

É importante destacar que nenhum monarca absolutista teve poderes ilimitados sobre seus súditos. As particularidades regionais, os interesses da nobreza e da Igreja, os parlamentares e outros agrupamentos específicos devem ser considerados. Essa organização teve sustentação doutrinária na obra de pensadores políticos que procuraram justificar a necessidade do Estado absolutista, dentre os quais se destacaram Nicolau Maquiavel, Jacques Bossuet e Thomas Hobbes.

Nicolau Maquiavel (1469 – 1527), na obra O príncipe (1513), defendeu um Estado forte, cujo monarca deveria lançar mão de todos os meios para se manter no poder. Em seus escritos, afirma que, para governar, é preciso sutileza, astúcia, certa dose de crueldade e um exército bem armado. Sua obra é considerada um manual que ensina como exercer e manter o poder. 

Jacques Bossuet (1627- 1704) procurou justificar o poder absoluto dos reis por meio da chamada “teoria do direito divino”. Para ele, o rei era soberano por vontade de Deus e só a Ele deveria prestar contas; aos súditos, cabia a obediência. Escreveu o livro Política tirada da Sagrada Escritura.

Thomas Hobbes (1588-1679), na obra O Leviatã, afirma que um Estado forte é necessário para que os mais fortes não oprimam os mais fracos. Hobbes considerava que “o homem é o lobo do homem” e, a fim de evitar a “guerra de todos contra todos”, seria necessário um regime absolutista. Defendeu o militarismo do executivo e a ideia de que o soberano deveria ter o controle dos assuntos religiosos e de todas as formas de criação intelectual.



ATIVIDADE


LEIA OS DOCUMENTOS 1 e 2, DEPOIS RESPONDA ÀS QUESTÕES.

DOCUMENTO 1

“Deveis saber, portanto, que existem duas formas de combater: uma pelas leis, outra pela força. A primeira é própria do homem; a segunda dos animais. Como, porém, muitas vezes a primeira não é suficiente, é preciso recorrer à segunda. Ao Príncipe (governante) torna-se necessário, porém, saber empregar convenientemente o animal e o homem. É que isso significa que o príncipe sabe empregar uma e outra natureza. E uma sem a outra é a origem da instabilidade. Sendo, portanto, um príncipe obrigado a bem servir-se da natureza da besta, deve dela tirar as qualidades da raposa e do leão, pois este não tem defesa alguma contra os laços, e a raposa, contra os lobos. Precisa, pois, ser raposa para conhecer os laços e leão para aterrorizar os lobos. Os que se fizerem unicamente de leões não serão bem-sucedidos. (...). É melhor ser temido que amado, pois os homens são covardes, desonestos e ingratos. Os homens têm menos medo de ofender um Príncipe que amam do que um que temem (...). Os benefícios, o Príncipe deve fazê-los de forma lenta e gradual; já os atos cruéis devem ser executados de uma só vez só para evitar um desgaste maior(...).”

Nicolau Maquiavel. O príncipe. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2010. P.98,99.

DOCUMENTO 2

“Não há poder sem a vontade de Deus: todo governo, seja qual for sua origem, justo ou injusto, pacífico ou violento, é legítimo; todo depositário da autoridade, seja qual for, é sagrado: revoltar-se contra ele é cometer um sacrilégio.

O trono não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais alto; deve acreditar-se que ele vê melhor, e deve obedecer-se-lhe sem murmurar, pois o murmúrio é uma disposição para a sedição.”

Jacques Bossuet. Política tirada da Sagrada Escritura, publicada em 1709. In: Gustavo de Freitas (org.). 900 textos e documentos de História. Lisboa: Plátano. 1977.v.2. p.201.

VOCABULÁRIO:

Monarca= rei

Depositário= pessoa nomeada por uma autoridade ou instituição para guardar ou ser responsável por algo.

Sacrilégio= desrespeito a normas e preceitos religiosos.

Sedição= crime contra a segurança do Estado, perturbação da ordem pública.


QUESTÃO 1 – Que conselhos Maquiavel dava ao príncipe?

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QUESTÃO 2 – Podemos dizer que Maquiavel defendia ou criticava o poder dos reis? Explique.

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QUESTÃO 3 – Como Bossuet explica a origem do poder absoluto dos reis? Podemos dizer que na visão dele que o poder tinha relação com a religião? Qual?

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Atividade de História 21/09 a 10/10 - Professor Marcondes - 1º TA

 ORIENTACÕES: - Atividade Individual

                             - Pesquise as palavras desconhecidas na internet ou no dicionário.


TEXTO: OS SIGNIFICADOS DA HISTÓRIA

A história como processo vivido

A maneira de vivermos, de nos relacionarmos e de a sociedade se organizar parece natural, como se sempre tivesse sido assim. Entretanto, na verdade tudo é construção humana.

A história como processo vivido se refere ao que fazemos, sentimos, produzimos, pensamos e aos significados que atribuímos a tudo isso. Nesse sentido, história é o conjunto de acontecimentos e experiências vivenciados por pessoas e grupos em diferentes tempos e espaços.

A história vivida é o objeto de estudo da História como ciência.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/album/images/20061114-paulista04.jpg

Desfile de Carnaval na avenida Paulista, em São Paulo nos anos 30, século XX.

Ipanema, um bairro do Rio e do mundo inteiro! - MAR E CIA

Pessoas passeando pela Avenida Vieira Soto, Ipanema RJ, século XXI.



A história como ficção 

O objetivo, nesse caso, é contar a história, narrar acontecimentos verdadeiros ou não. Livros de aventura, novelas, filmes, literatura encaixam-se nessa definição. Essas histórias são criadas pela imaginação e podem ser inspiradas em acontecimentos reais de épocas passadas, por exemplo. Há quem diferencie essa história da Historia usando a palavra estória em vez de história.

Esses conceitos de história e estória se relacionam. Para compreender a sociedade dos indivíduos ou grupos, os historiadores analisam documentos escritos, objetos, depoimentos, imagens e também obras de ficção.

Por meio da ficção, é possível analisar como cada sociedade em sua época pensava sobre determinadas questões, como se posicionava ou agia cotidianamente.


ATIVIDADE

Neste texto, o poeta alemão Bertold Brecht (1898-1956) apresenta vários acontecimentos históricos dialogando com o passado em torno da temática do trabalho. Leia-o e responda às questões.

“Perguntas de um trabalhador que lê

Quem construiu Tebas, a das sete portas?

Nos livros vem o nome dos reis,

Mas foram os reis que transportaram as pedras?

Babilónia, tantas vezes destruída,

Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas

Da Lima dourada moravam os seus obreiros?

No dia em que ficou pronta a Muralha da China

para onde

Foram os seus pedreiros? A grande Roma

Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu?

Sobre quem

Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio

Só tinha palácios

Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida

Na noite em que o mar a engoliu

Viu afogados gritar por seus escravos.

O jovem Alexandre conquistou as Índias

Sozinho?

César venceu os gauleses.

Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?

Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha 

Chorou. E ninguém mais?

Frederico II ganhou a guerra dos sete anos.

Quem mais a ganhou?

Em cada página uma vitória.

Quem cozinhava os festins?

Em cada década um grande homem.

Quem pagava as despesas?

Tantas histórias

Quantas perguntas.”

Bertold Brecht. Poemas. Lisboa: Editorial Presença. 1976.p.66.


QUESTÃO 1 – A quem o autor se refere nesse texto?

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QUESTÃO 2 – O autor questiona um problema na forma de a História ser contada. Que problema é esse?

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QUESTÃO 3 – Explique os versos finais do poema: “Tantas histórias. Quantas perguntas”.

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