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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Matemática - Semana 13 a 16 de outubro - Professora Karen 3º TA

 3TA - MATEMÁTICA 

Tema 1: Área de polígonos 

Atividade 1: Áreas de figuras poligonais (pág. 13 a 15) 

Tema 2: Comprimentto da cirdunferência e área do círculo 

Atividade 2: Comprimento da circunferência (pág. 21 a 25) 

Envio: 19 a 23 de Outubro Email: kaka.ilhabela@gmail.com; karenadriane@prof.educacao.sp.gov.br

Matemática - Semana 13 a 16 de outubro - Professora Karen 2º TA

 2TA - MATEMÁTICA 

Tema 1: Sequências 

Atividade 1: 

Início da observação (pág. 10 e 11) 

Atividade 2: 

Padronização de uma sequência (pág. 14) 

Envio: 19 a 23 de Outubro Email: kaka.ilhabela@gmail.com; karenadriane@prof.educacao.sp.gov.br

Matemática - Semana 13 a 16 de outubro - Professora Karen 1º TA

 1TA - MATEMÁTICA 

Tema 1: Números naturais e inteiros 

Atividade 1: 

Os números na sociedade atual (pág. 19 e 20) 

Atividade 2: 

Conjuntos e subconjuntos (pág. 24 e 25) 

Envio: 19 a 23 de Outubro Email: kaka.ilhabela@gmail.com; karenadriane@prof.educacao.sp.gov.br

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Língua Portuguesa - Semana 05 a 09 de outubro - Professora Nelma - 1º TA e 2º TA

 ATIVIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA – de 05 a 09 de outubro


Instruções:

 Pode ser feito no caderno, enviando foto das respostas por meio do whatsapp.

1) Leia o texto.


Cultura Caiçara – Ilhabela


O município de Ilhabela se estende por 347,5 km² e no último censo, contava com

34.970 habitantes. A densidade demográfica é de 100,6 habitantes por km² no território do

município. Espalhados pelas ilhas de São Sebastião, dos Búzios e da Vitória existem 18 núcleos

de comunidades tradicionais caiçaras, onde cerca de 1,2 mil moradores vivem quase que

exclusivamente da roça de subsistência e da pesca artesanal, cujo excedente é

comercializado.

Caiçara é uma palavra de origem tupi, cujo significado é cerca de ramos. Os indígenas

colocavam estacas e galhos de espinhos em torno de suas aldeias como forma de defesa, e

também era como eles denominavam o curral feito de galhos de árvores fincados na água para

cercar o peixe. Com o tempo o termo passou a se referir aos habitantes das zonas litorâneas de

São Paulo, Paraná e Sul do Rio de Janeiro.

As comunidades caiçaras surgiram no século XVI, a partir da miscigenação genética e

cultural do colonizador português com o indígena do litoral, o que também era uma forma de

fazer com que os colonizadores se estabelecessem no Brasil. Faziam amizade com os chefes

tribais e ligavam-se às grandes famílias por meio do


casamento, portugueses (e também os franceses, que tentaram se estabelecer na Guanabara)

passavam a contar com numerosos grupos que os auxiliavam em seus projetos comerciais e,

principalmente, de colonização.

O indivíduo caiçara ganha um novo traço étnico a partir do século XVII, com a chegada

de escravos africanos ao país.

Dentre as grandes festas de Ilhabela estão a de São Pedro; a da Padroeira, Nossa

Senhora D’ajuda e Bom Sucesso; e a maior delas, a de São Benedito, durante a qual acontece

a Congada de Ilhabela.

O avançar do século XX e a chegada de veranistas e turistas às cidades litorâneas,

produziram uma modificação profunda na cultura e no próprio modo de vida dos núcleos

caiçaras periféricos. Em Ilhabela, por exemplo, até a década de 1960 os moradores dos

diversos núcleos – ou comunidades –caiçaras espalhados pelo arquipélago tinham como

principal ocupação a agricultura de subsistência, tendo a pesca como segunda atividade.

Com a especulação imobiliária voltada para a região e o vertiginoso aumento

populacional verificado nos últimos 30 anos, foram muitos os que deixaram também de ser

pescadores-agricultores, pois foram morar em grandes centros urbanos ou em áreas em

processo de ocupação desordenada localizadas em São Sebastião, Ilhabela ou Caraguatatuba.

Curiosidade: O caiçara possui um linguajar que é único, herança do português arcaico,

com palavras e termos que não são encontrados em outros lugares. Com acentuado “sotaque”,

o linguajar do caiçara vigora a uma diferente acentuação das palavras e a troca do “b” pelo “v”

e vice-versa.

Disponível em https://www.ilhabela.com.br/dicas-da-ilha/cultura-caicara/ e

https://naturam.com.br/ilhabela/cultura/ e https://www.cidade-brasil.com.br/municipio-

ilhabela.html 12/08/2020


a) Faça leitura silenciosa do texto; em seguida leia em voz alta para alguém de sua casa.

b) A quem esse tipo de texto é destinado, isto é, qual o público-alvo do texto Cultura

caiçara – Ilhabela? Justifique sua resposta dizendo o porquê você tem essa

opinião.

c) Você conhecia a origem da palavra caiçara? Escreva o que você entendeu após ler

todo o segundo parágrafo.

d) Qual a relação dos caiçaras com o ambiente em que vivem?

e) De que modo essa relação, ou modo de viver, se assemelha com a dos indígenas e

quilombolas ( os ex-escravos africanos)?

f) O texto menciona sobre o linguajar (modo de falar) diferenciado do caiçara, há até

vídeos na página da Prefeitura de Ilhabela com esse linguajar “boneteiro” . Cite

algumas expressões próprias desse modo de falar, tão legítimo de um caiçara de

Ilhabela. Escreva os argumentos que você usaria para uma apresentação de Ilhabela,

a fim de despertar o interesse de alguém para vir conhecer famoso arquipélago; e a

seguir, continuando o texto termine por dizer por que viver na Ilha é tão especial.

g) Com base no texto que você leu e respondeu nas questões acima, responda: por que é

possível a seguinte afirmação “A cultura de um povo é muito importante.”

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

 

               ARTES PLÁSTICAS

Professora:  Sonia

Habilidades :Experimentar e analisar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem, quadrinhos,dobradura, escultura,modelagem, instalação,vídeo, fotografia,performance etc.).

98879-0575, qualquer duvida.


Devolutiva pelo e-mail: 3525sonia@gmail.com



GRITO DA NATUREZA


Artista plástico radicado no Brasil, Frans Krajcberg mostrou com suas obras que ainda existiam motivos para gritar em nome da natureza.

 

A primeira forma de linguagem do homem foi o “grito da natureza”. De acordo com o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, os homens utilizavam sons para pedir socorro no perigo ou ao aliviar-se de dores violentas. O grito de Frans Krajcberg (1921 - 2017) foi semelhante a essa linguagem primitiva, na medida em que denunciou a violência do homem contra a natureza e expunha a dor das florestas devastadas. O artista plástico, premiado na Bienal de Veneza, na Bienal de São Paulo e no Salão de Arte Moderna,

entre outros, foi muito importante no panorama da arte brasileira e desenvolveu um poderoso trabalho de ativismo com suas obras em pintura, escultura e fotografia.

Em um mundo em que o individualismo e a indiferença tornam o dia a dia frio e violento, o grito de Frans Krajcberg se mostra ainda e cada vez mais necessário. Ele lutou e gritou contra o que chamava de barbárie do homem contra o homem e da humanidade contra a natureza. “A minha vida é essa, gritar cada vez mais alto contra esse barbarismo que o homem pratica”, revelou. Ele fez da sua arte um grito de revolta ao transformar troncos e galhos calcinados em esculturas. "Quero que minhas obras sejam um reflexo das queimadas. Por isso uso as mesmas cores: vermelho e preto, fogo e morte."

Troncos e raízes calcinadas pelos incêndios que derrubam densas áreas verdes para transformá-las em pasto eram o material das obras de Frans Krajcberg. Ele recolhia o que o fogo deixou e transformava os materiais para que eles gritassem socorro em nome da Amazônia. “Procuro me exprimir com esse material quebrado, assassinado, tudo isso pra mostrar: veja, ontem foi uma bela árvore, hoje é um pau queimado”, dizia. Ele também registrou fotos das florestas e possuía milhares de fotos de queimadas e da destruição da natureza.








O artista plástico denunciou as queimadas no Paraná, a exploração  dos minérios em Minas Gerais e o desmatamento na Amazônia. Além disso, defendeu as tartarugas de Nova Viçosa e se colocou na frente de um trator para evitar a construção de uma avenida na cidade. Sua militância em prol do meio ambiente foi de emocionar. Frans Krajcberg foi um artista que suscitou reflexões e diálogos com seus protestos. As ideias defendidas por suas obras viscerais continuam sendo importantes e necessárias em nossa sociedade.

               Frans Krajcberg viveu seus últimos anos em Nova Viçosa, onde mantinha seu ateliê no 

             Sítio Natura, cercado pela única porção de Mata Atlântica remanescente na região. Ele faleceu no Rio de Janeiro, em 2017, deixando uma enorme quantidade de obras voltadas para a relação entre arte e meio ambiente.

 Saiba mais sobre o artista no documentário "O grito da natureza", produzido pela TV Brasil: https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=yXvaM_H1_As&feature=emb_logo

 

 Atividade proposta: Grito de salvação à Natureza.

Produzir um desenho, em homenagem à natureza, contra as queimadas, preservação da fauna e da flora do nosso país e do mundo.Soltem a imaginação e a criatividade, caprichem!

Abaixo exemplos de como desenhar alguns animais, é muito divertido.